O serviço de revisões aplica-se a textos de índoles diferenciadas, nomeadamente a textos literários, a trabalhos académicos e a outras áreas discursivas, passíveis, caso a caso, de análise e ponderação. Tal como nas assessorias literárias, os orçamentos referentes aos serviços de revisões são sempre individualizados.

Tabela base:
– 30 palavras = 1 Euro. (nível 1)
– 40 palavras = 1 Euro. (nível 2)
– 50 palavras = 1 Euro. (nível 3)
(conforme o registo e o grau de exigência discursiva)

O trabalho de revisão, ao contrário do que acontece nas assessorias literárias, não carece de parecer final e visa a disposição da dimensão formal (ortográfica, morfológica e sintagmática), o cumprimento da gramaticalidade ao nível das sequências textuais criadas e ainda a coerência semântico-sintáctica ao nível frásico e também ao nível de conjunto (dimensão semiótica). As alterações sintácticas, quando necessárias, poderão ser objecto de propostas alternativas, embora o revisor não se responsabilize por desfasamentos que tenham origem em mal-entendidos elocutórios (interpretação que não coincida com a intencionalidade significativa do original). O trabalho de revisão não diz respeito a “editing”, já que esta esfera de trabalho se insere no quadro das assessorias literárias e pressupõe, sobretudo, a correcção de incongruências, inverosimilhanças e de lapsos temporais em trabalhos ficcionais, para além de visar a supressão de passagens dispensáveis).

O trabalho de revisão é realizado até vinte dias úteis, após a recepção do original, se este for inferior a 40.000 palavras, e até quarenta dias úteis, se esse quantitativo for superior. Existem três taxas de urgência que podem ser convocadas nos orçamentos, consoante a necessidade e a premência do serviço de revisões:
A) Taxa de urgência A (serviço até 24 horas) que se traduz num acréscimo de 50%
B) Taxa de urgência B (serviço até 48 horas) que se traduz num acréscimo de 25%
C) Taxa de urgência C (serviço até 96 horas) que se traduz num acréscimo de 10%

O serviço de revisões não tem em conta o Acordo Ortográfico*

*Até 2015 decorre o período de coexistência entre as duas ortografias, sendo que o Artigo 2.º da Resolução da Assembleia da República n.º 35/2008 estabelece um prazo de seis anos contando a partir de 13 de Maio de 2009 para a transição definitiva para a nova ortografia. Independentemente desta disposição, o Tratado que estatui o acordo ortográfico só será validado quando todos os países lusófonos o assinarem, perspectiva que está longe de se verificar.

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