Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Tem uma obra vasta e heterogénea, enquanto poeta, cronista e crítico de cinema e literatura. É licenciado em Direito pela Universidade Católica e mestre em Estudos Americanos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Tem colaborado com publicações como o Diário de Notícias, a Colóquio/ Letras, a Ler, o Público e o Expresso, entre outros. Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa. Na sua obra poética, destaque para “Duplo Império” (1999), “Avalanche”(2001), “Eliot e Outras Observações” (2003), “Vida Oculta” (2004), “Menos por Menos – Poemas Escolhidos” (2011) e “Uma Vez Que Tudo Se Perdeu” (2015). Reuniu crónicas sobre personalidades culturais de relevo nos volumes “As Vidas dos Outros” (2010) e “O Mundo dos Vivos” (2012). Tem publicado também algumas recolhas de diários, de que são exemplo os volumes “Lei Seca: 2009-2012” (2014) e “Malparado: 2012-2015” (2017). “Cinemateca” (2013) reúne as suas críticas cinéfilas e “Biblioteca” (2015) alguns dos seus textos de crítica literária.

 

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