Paulo José Miranda (Aldeia de Paio Pires, 1965) é um romancista, ensaísta, poeta e dramaturgo português. “A Voz que nos Trai” (1997), o seu primeiro livro poético, foi galardoado com o prémio Teixeira de Pascoaes. Iniciou então o seu “tríptico da criação”, uma série de romances sobre autores portugueses do século XIX: Cesário Verde (“Um Prego no Coração”, 1998), Domingos Bomtempo (“Natureza Morta”, 1999) e Antero de Quental (“Vício”, 2001). O segundo volume da trilogia, “Natureza Morta”, valeria ao autor a primeira edição do Prémio Literário José Saramago, em 1999. “A Máquina do Mundo” (2014), “Todas as Cartas de Amor” (2014), “Exercícios de Humano” (2014), “A Doença da Felicidade” (2015) e “Auto-retrato” (2016) são as suas publicações mais recentes, todas com chancela da Abysmo. Está prestes a dar à estampa uma hexalogia com o título “Os Responsáveis”. A obra poética “Exercícios de Humano” foi agraciada com o Prémio de SPA/ RTP de Poesia 2015. Colabora regularmente no jornal diário Hoje Macau, com uma coluna (Máquina Lírica) e uma rubrica de entrevista (Em Modo de Perguntar).

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