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Interessa-se por guionismo? Quer aprender mais sobre story lines, plots e turning points? Quer explorar os princípios para a fabricação de diálogos? A oficina de Guionismo, orientada por António Cabrita, disponibiliza um conjunto ferramentas e instrumentos para desenvolver guiões sólidos. O processo de aprendizagem ancora-se em exercícios a partir de filmes como “Tempos Modernos” (Chaplin), “Crying Games” (Neil Jordan), “Taxi Driver” (Martin Scorcese) e “Blue Velvet” (David Lynch), assim como de narrativas curtas como “A Casa Tomada” (Julio Cortázar) e “A Sopa” (Dalton Trevisan). António Cabrita nasceu em Almada, em 1959. Vive em Moçambique. É escritor, guionista, jornalista e crítico. Durante dezanove anos escreveu no Expresso crítica literária e cinematográfica. Em 1979 publicou “Oblíqua Visão de um Cristal num Gomo de Laranja ou Perene o Sangue que Arrebata os Anjos Vingadores”. Entre as suas obras destacam-se “A Maldição de Ondina” (Abysmo, 2013), “Éter: Sete Narrativas Seguidas de Contragolpe” (Abysmo, 2015), “Para que servem os elevadores e outras indagações literárias” (Alcance Editores, 2012), “Respiro” (Língua Morta, 2011), “O branco das sombras chinesas” (com João Paulo Cotrim, Abysmo, 2011), “Tormentas de Mandrake e de Tintin no Congo” (Teorema, 2008), “Combate de flautas” (&etc, 2003), “Os abysmos da mão” (Íman, 2001), “Arte Negra” (Fenda, 2000), “Ficas a Dever-me uma Noite de Arromba” (Companhia das Ilhas, 2012), “Carta de Ventos e Naufrágios” (Teorema, 1998) e “Cegueira de Rios” (Relógio D’Água, 1994). “O Mal de Ondina” foi inicialmente publicado no Brasil pela editora LetraSelvagem (2011), tendo sido nomeado finalista do Prémio Telecom para o melhor livro publicado no Brasil em língua portuguesa. Escreveu, com Maria Velho da Costa, “Inferno”, guião para uma série televisiva sobre Camilo Castelo Branco (publicado pela Íman em 1991). Escreveu os argumentos de filmes como “Paraíso Perdido”, de Alberto Seixas Santos (1995); o telefilme “Eu Vi a Luz Num País Perdido”, de António Escudeiro (1999); “Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra”, de José Carlos de Oliveira (2005) e a curta-metragem “O Búzio”, de Sol de Carvalho (2009), entre outros. António Cabrita foi, ainda, editor das “Edições Íman” e director da revista “Construções Portuárias”.

 

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