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Eventos:
Herberto Helder: Festa Literária de Fim de Estação (Lisboa, 4 de Julho de 2015)

Diana Pimentel nasceu em Lisboa em 1972. Doutorada em Letras, é professora, crítica literária e editora. Em 2014 fundou, com Maria Quintans, Cláudia Lucas Chéu, João Mota e Albano Jerónimo, a Edições Guilhotina. Entre 1995 e 1999 integrou a equipa da Fundação Calouste Gulbenkian responsável pelo portal da revista Colóquio-Letras e foi colaboradora do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas / Biblioteca Nacional (entre 1997-1999). Colaborou nos volumes V e VI do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (Lisboa, 2000 e 2001, respectivamente). Tem publicado ensaios e recensões críticas em diversas revistas nacionais (Colóquio-Letras, Mealibra, Relâmpago, Diacrítica e Revista de Estudos Literários, por exemplo) e internacionais (Humanities and Social Sciences Review, International Journal of Arts & Sciences, entre outras). Tem colaborado em volumes colectivos como Metodologias, Avanços em Literatura e Cultura Portuguesas (Santiago de Compostela-Faro, Através Editora, 2012), Poesia Experimental Portuguesa: Contextos, Ensaios, Entrevistas (UFP, 2014), Literatura Explicativa – ensaios sobre ruy belo, © Assírio & Alvim, 2015 e Literatura, Cinema, Banda Desenhada (Edições Húmus; no prelo: 2015), HH – Se eu quisesse, enlouquecia (Oficina Raquel, Rio de Janeiro; no prelo: 2015, com edição em tradução francesa pela © Presses Sorbonne-Nouvelle; no prelo: 2016), por exemplo. Organizou, entre outras, a antologia Pontos Luminosos. Açores – Madeira, Antologia de poesia do século XX (Campo das Letras, 2007). Publicou o ensaio Ver a Voz, Ler o Rosto: uma polaróide de Herberto Helder (Campo das Letras, 2007) e aerogramas (prosa; Edições Guilhotina). Tem no prelo os livros depois não existe antes de Herberto (Edições Guilhotina, 2015), fotogramas – sobre poesia portuguesa contemporânea (Edições Guilhotina, 2016) e ler nuvens | somar sombras (Caminho, 2016).